Pré-view | Dead Cells

O gameplay dele é incrível e apesar de ainda estar em desenvolvimento ele aparenta ser mais fluido que muito jogo que diz estar completo. A quantidade de armas é muito grande, variando de espadas, a lanças e montantes, em se tratando de curto alcance, já as de longo alcance existem vários tipos de arcos e algumas “magias”, sem esquecer de mencionar os escudos, que pra mim são bem esquecidos, mas necessários em alguns momentos. Uma das poucas coisas que eu não gostei muito, roram algumas sprites de algumas armas, principalmente dos arcos, que são os mesmos, só mudando a cor do do rastro da projétil (flecha), isso vale para algumas espadas, que também só mudam a cor mas como é um “beta aberto” inicial, é muito provável que ele mudem isso e deixem mais caprichado.
Ainda falando do gameplay, na parte inferior é onde estão as suas informações, divididas em Cells (item que serve para aprimorar suas armas), dinheiro (que serve para comprar armas, colares e habilidades durante o jogo), colar (que serve para aumentar status específicos, como ganhar mais resistência, dar mais dano, ficar invisível, entre outros), armas (com dois espaços que podem preenchidos com armas de curto e logo alcance, magias de d.p.s. e escudos), habilidades (também com dois espaços, mas aqui você coloca suas habilidades que vão dar um dano mais forte e alguns com controle de grupo, mas diferente das armas estas possuem um cooldown) e por último a barra de vida. Existem alguns números onde estão localizadas as armas, as habilidades e a barra de vida, que é ai que se integra o sistema de nível do jogo, servindo para aumentar os status dos mesmos.
No jogo ainda possuem runas, que escondem geralmente algumas gemas, que de acordo com a fase elas vão aumentando o valor e consequentemente você vai ganhar dinheiro, também podem vir cenouras para encher sua barra de vida, essas runas ficam nas paredes, mas ainda exitem outras runas que ficam no chão, que nesse caso abrem portais para missões secundárias.
A arte e trilha sonora são magníficas, um estilo de pixel-art quase único, com movimentações bem precisas e efeitos maravilhosos, apesar de que alguns se repetem, só alterando a cor do rastro da flecha (batendo na mesma tecla), mas isso não é motivo para desmerecer o jogo e um som que empolga cada vez mais a continuar jogando, mesmo depois de vária mortes consecultivas.
Posso dizer a vocês que Dead Cells é um dos melhores jogos, se não o melhor desse ano da categoria dos indies, não pecando em quase nada, contando com onze mapas e pode ser terminado entre 15~30 horas, mas possui uma retro jogabilidade muito grande, por você poder explorar os mapas de fomas diferentes e encontrar itens diferentes no caminho.


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