Review | Nex Machina

A jogabilidade é bem simples, com o analógico esquerdo você movimenta o seu personagem e com o analógico direito você mira e ao mesmo tempo atira na direção que você quer, além disso, existe um botão de rolar, de uso constante, já que somente for andar para desviar não vai conseguir, pois em alguns momento o jogador vai se ver cercado por centenas de projeteis, entretanto, vai haver alguns projeteis que não são “desviáveis” e como você vai descobrir isso? Eu particularmente descobri morrendo e decorando quais são eles.
A arte é fascinante e hipnotizante, com tantas cores aparecendo no cenário, chegando a ser impressionante por não ter nada feio, pois a diferença de cores utilizadas é notável, tanto nos projeteis, quanto nos inimigos, mas isso se deve a velocidade do jogo e faz com que o jogador tenha uma percepção melhor do que pode te atingir.
A trilha sonora combina perfeitamente com os temas do jogo, cyberpunk e futurista, trazendo sons robóticos em sua grande maioria sendo musicas eletrônicas, remetendo a títulos supostamente futuristas.
Nex Machina é certamente um jogo curto, com seu modo história sendo zerado em poucas horas, mas o atrativo dele está na alta retro-jogabilidade, principalmente pelo sistema de pontuação que possui, com um ranking global, incentivando o jogador a jogar mais e mais para superar a sua pontuação anterior e quem sabe se tornar o mestre Pokémon top 1 do ranking.


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