Review | Blossom Tales: The Sleeping King

Quando jogar Blossom Tales: The Sleeping King você vai lembrar de cara de um clássico dos jogos de aventura, o The Legend of Zelda, que marcou o gênero em diversos fatores e estilo único de jogabilidade. Em Blossom Tales: The Sleeping King você é Lily, uma recém-nomeada cavaleira do reino Blossom pelo seu rei, que é uma protagonista de uma história contada por um avô de duas crianças, Lily e Chris.

A jogabilidade de Blossom Tales: The Sleeping King idêntica aos jogos do Zelda do Super Nintendo, e isso é bem perceptível desde o primeiro momento que pega o jogo, com uma variedade de armas muito grande indo dos clássicos espada/escudo até o controle de abelhas, todas as armas se mostram úteis durante todo o jogo, alguns mais que outros, mas nunca se esquecendo de nenhuma, mesmo que só precise por um breve momento. Cada chefe tem seu cenário próprio e habilidades únicas, trazendo um jogo cada vez mais progressivo e tornando o jogo cada vez mais desafiador.

Blossom Tales: The Sleeping King possui uma arte incrível, inimigos comuns e chefes com habilidades bem animadas, só não posso dizer muito das habilidades da Lily, já que são bem comuns, como bumerangue e arco com a flecha, só tendo um efeito considerável na bomba que ela solta.

Em se tratando de trilha e efeito sonoros, Blossom Tales: The Sleeping King é bem típico dos jogos da era dos 16 bits, mas sempre senti, enquanto jogava que eu estava realmente em uma aventura, mesmo com a música se repetindo durante todo o jogo, mudando somente quando enfrentava os chefes de cada fase, o mesmo vale para os efeitos sonoros que são bem simples, mas são mais do que o necessário para suprir as necessidades do jogo.

Não é nenhum Zelda: Breath of the Wild, mas é muito divertido e te prende por horas, tendo entre 15 e 16 horas de gameplay, podendo acrescentar mais algumas horas se quiser completar todo do mapa e completar as conquistas do jogo. Recomendo fortemente para quem quer relembrar a época dos jogos de aventura do SNES e até pra quem não viveu essa época.
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