Review | Slain: Back from Hell

Com um lançamento bem conturbado no dia 24 de março de 2016, Slain! Veio do kickstarter completamente desbalanceado, incompatível com qualquer que fosse o joystick, com inimigos com danos absurdos tornando-o injusto e uma jogabilidade muito quebrada, fazendo com que nem o mais habilidoso jogador conseguisse passar da primeira fase, mas com a atualização Back from Hell no dia 1 de agosto de 2016 veio tudo que esperávamos de Slain!, consertando todos os erros do lançamento e acrescentando muitas outras coisas.

Slain: Back from Hell possui uma jogabilidade muito boa e precisa, mas não abandona a dificuldade que é uma das principais características do jogo. Possuindo botões para ataque, pulo, habilidades especiais e ainda tem um contra ataque que serve para deixar seus inimigos desnorteados para que em seguida consiga dar um ataque mais forte. O pixel art de Slain: Back from Hell é magnifico, inicialmente achei parecido com a arte do Castlevania: Symphony of the Night, mas quando jogamos, percebemos que é algo mais trash, não no sentido literal da palavra, mas é um pixel art que você não consegue identificar faces e expressões, mas mesmo assim é muito bonito, com muitos efeitos, às vezes muito exagerados.

O heavy metal constante no Slain: Back from Hell é muito empolgante e original para um side scroller, já que esse gênero musical esta presente mais em hack’n’slashs como a franquia Devil May Cry ou jogos de corrida como Rock’n’Roll Racing, assim trazendo uma animação constante pra quem joga.

Slain: Back from Hell, que apesar de ser um side scroller retro, é bem divertido e desafiador, só perdendo pontos para galera que gosta de um jogo mais casual e não vai gostar de morrer tanto em um jogo.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Slain: Back from Hell não é um metroidvania, ele é um side scroller linear, ou seja, você tem um inicio, meio e fim, não vai precisar ficar dando voltas para ficar mais forte no jogo.
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