Review | The Swapper

The Swapper um incrível Metroidvania de ficção cientifica com muitos puzzles de níveis avançados, induzindo o jogador a ser criativo e levar o seu raciocínio ao máximo, para conseguir resolver cada desafio. A realização dos puzzles é feita com uma arma de clonagem, que faz as clonagens de até quatro personagens ou faz a troca de consciência com os outros corpos.

A história começa com a protagonista sendo evacuada obrigatoriamente para uma estação de pesquisa abandonada e busca meios para escapar. Ao decorrer do jogo a história vai se completando, algumas rochas são encontradas pelo mapa, que contém frases filosóficas sobre a vida deixando aquele ar de mistério.

O seu ambiente é bem atmosférico com cada detalhe muito bem feito, e faz a combinação com seus efeitos sonoros, deixando aquele ar de suspense e a sensação de melancolia. Todo cenário possui suas próprias características não havendo repetições. Há um comando que pode ser utilizado para fazer interações com o mapa, fazendo com que pegue objetos ou entre em portais. No mapa, também existem alguns terminais chamados de log, uma espécie de diário contando quantos dias já se passaram e outras informações. Além disso, existem dez terminais escondidos pelo mapa e quando são encontrados desbloqueiam novas conquistas.

O jogo é basicamente assim, você possui um mapa que é divido em salas e cada sala possui sua entrada, algumas salas são de puzzles e outras servem somente para se locomover. Mediante isso, as salas dos puzzles servem para fazer a coleta das orbs, essas orbs são utilizadas para ativar portais ou portas que estão fechadas.

O jogo consegue transmitir pra você a angustia, tristeza e solidão que o protagonista sente naquele ambiente, largado em um mundo sem ninguém e em busca de uma saída daquele lugar sombrio. Com uma trilha sonora que deixa isso mais evidente e melancólico.

The Swapper é bem pequeno rendendo poucas horas de game play, mas para os amantes de quebra-cabeças esse jogo é extremamente recomendado e quem não gosta de quebrar muito a cabeça, é melhor passar longe do jogo.
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