Review | The Swapper

A história começa com a protagonista sendo evacuada obrigatoriamente para uma estação de pesquisa abandonada e busca meios para escapar. Ao decorrer do jogo a história vai se completando, algumas rochas são encontradas pelo mapa, que contém frases filosóficas sobre a vida deixando aquele ar de mistério.
O seu ambiente é bem atmosférico com cada detalhe muito bem feito, e faz a combinação com seus efeitos sonoros, deixando aquele ar de suspense e a sensação de melancolia. Todo cenário possui suas próprias características não havendo repetições. Há um comando que pode ser utilizado para fazer interações com o mapa, fazendo com que pegue objetos ou entre em portais. No mapa, também existem alguns terminais chamados de log, uma espécie de diário contando quantos dias já se passaram e outras informações. Além disso, existem dez terminais escondidos pelo mapa e quando são encontrados desbloqueiam novas conquistas.
O jogo é basicamente assim, você possui um mapa que é divido em salas e cada sala possui sua entrada, algumas salas são de puzzles e outras servem somente para se locomover. Mediante isso, as salas dos puzzles servem para fazer a coleta das orbs, essas orbs são utilizadas para ativar portais ou portas que estão fechadas.
O jogo consegue transmitir pra você a angustia, tristeza e solidão que o protagonista sente naquele ambiente, largado em um mundo sem ninguém e em busca de uma saída daquele lugar sombrio. Com uma trilha sonora que deixa isso mais evidente e melancólico.
The Swapper é bem pequeno rendendo poucas horas de game play, mas para os amantes de quebra-cabeças esse jogo é extremamente recomendado e quem não gosta de quebrar muito a cabeça, é melhor passar longe do jogo.


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