Review | Rain World

No início você só vai ter pequenas instruções de um ser amarelo, que particularmente não se parece com nada que eu tenha visto e depois você segue a sua jornada sozinho, com essas explicações bem limitadas. A sua jogabilidade é bem diferente de qualquer outro metroidvania, com saltos bem baixos e a sua única forma de atacar os seus predadores são com objetos que estão no chão, como pedras e lanças e mesmo assim você não consegue matá-los, só ferir, impedindo por um tempo de avançar. Apesar de ele ser bem mais rápido que a maioria dos inimigos ele ainda pode sofrer com alguns, como por exemplo, existem vários tipos de criaturas similares ao que conhecemos como lagarto e com variações cores e o “lagarto branco” consegue alcançar o Slugcat com a sua língua a uma distância considerável.
A trilha sonora é quase inexistente nesse jogo, mas não diria que isso é um ponto ruim, já que o jogo remete a sobrevivência e cautela do jogador, instigando a imersão do jogo fazendo com que você pense que é o próprio Slugcat e traga um pouco de tensão e quando aparece alguma música tocando ela vai servir como um aviso para mostrar o quão perto o inimigo está.
A arte do jogo é simplesmente surpreendente, trazendo um estilo visual único, sendo prazeroso jogar e ao mesmo tempo trazendo uma sensação de que estamos sozinhos naquele mundo, fortificando ainda mais a temática de sobrevivência.
Com uma quantidade bem considerável de conteúdo que Rain World tem a oferecer ele se torna um jogo muito fácil de ser recomendado, sendo muito desafiador com um sistema de ranks um pouco chato, mas bem recompensador no final de cada conquista, como se fosse quando você passa de um chefe em Dark Souls.


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