Review | The Adventure Pals

O jogo e bem dinâmico e explicativo desde o inicio sobre o que você tem que fazer. As mecânicas são bem simples, você anda com os direcionais, pula com o A, bate com o X e, troca de itens com Y e utiliza o item que ta na mão com o B, além de poder interagir com o ambiente com o RB, fazendo com que você utilize sua girafa como se fosse um spider shooter do Homem Aranha, ou que você utilize a sua pedra de estimação para atacar monstros/objetos, entre outras coisas.
O universo jogo é bem fantasioso
The Adventure Pals também possui um sistema de nível único, no sentido de ser compartilhado entre os jogadores (ou seja, tudo que o jogador 1 tiver o jogador 2 também vai ter) e não no sentido de ser exclusivo, já que existe em outros jogos. Mesclado um sistema de cartas para, fazer com que a medida que você avança o seu nível possa ativar uma das três cartas que são mostradas para aumentar os seus status, ou os de seu pet (a pedra), também existem habilidades para girafa, mas elas geralmente são dadas com o avançar dos níveis, já que são habilidades obrigatórias, exigidas pela respectiva fase.
A arte desse jogo, como disse na introdução, é simplesmente fantástica, parece que estou jogando um desenho que sempre sonhei que fosse jogar, eu estou vivendo a emoção do garoto, sem que a tristeza me abale, sempre feliz, apesar de ter um pai louco, que por algum motivo esta jogando esses monstros pra me enfrentar.
A trilha sonora é bem infantil, mas é bem compreensível que seja assim, já que nosso herói é uma criança, que estava em seu aniversário
Conclusão: O desenvolvedores capricharam quando fizeram o The Adventure Pals pois é o jogo perfeito para quem adora plataformers, com um pouco de hack and slash, muita diversão e felicidade, ficando ainda melhor quando se é jogado com outra pessoa, trazendo boas gargalhadas, só uma coisa deixou meu irmão decepcionado enquanto tava jogando comigo, o de não ter friendly fire


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