Review | Splasher

Playdius é uma distribuidora de jogos independentes bem recente, fundada no ano de 2015, mas que possui grandes títulos em suas mãos e um deles é Splasher, jogo que foi desenvolvido pela Splashteam com o intuito de ser um jogo de plataforma desafiador e é exatamente isso que ele faz, com vários puzzles, para serem resolvidos e muitas mortes para serem sofridas.

O gameplay é bem simples e bem intuitivo caso esteja jogando com um controle e mais ainda se for um controle de Xbox, pois o personagem possui três tipos de armas, cada um com a sua função e cor (e essas cores são iguais aos botões do controle do Xbox), sendo elas a tinta vermelha, que é pegajosa, fazendo com que você fique grudado quando pisar nela, sendo na parede, chão ou teto, alem de poder "embrulhar" seus inimigos, já a tinta amarela, que faz com que você tenha um salto maior para alcançar lugares ou coisas mais distantes, alem de empurrar seus inimigos e a água, que serve para matar alguns de seus inimigos, pois nem todos são vulneráveis a água, também serve para limpar as outras tintas e um tipo de "pó dourado", para ganhar uma quantidade de "gotas douradas" que serve de pontuação para ganhar um prêmio no final de cada fase.
Splasher é um divertido e desafiador jogo de plataformas em 2D, repleto de humor e surpresas. Armado com um canhão de tinta, você enfrentará os perigos da mega-fábrica da Inkorp para poder salvar seus camaradas, os Splashers, e pôr fim aos maquiavélicos projetos de Le Docteur, o infame chefe da fabrica de tintas.
O visual d game é simplesmente fantástico, mas não poderíamos esperar menos, já que o idealizador do jogos é nada mais, nada menos que Romain Claude, ex-game designer dos jogos Rayman Origins e Rayman Legends, juntamente com Richard Vatinel, ex-diretor de arte dos mesmos jogos. Visto o currículo desses caras, já era bem previsível que saísse algo no minimo encantador das mãos deles.

Já o áudio do jogo é bem simples, mas não podia ser diferente, já que a proposta do jogo é bem simples, fuja e salve seus amigos, combinando perfeitamente com a proposta do jogo. Os sons que o vilão emite, quando ri de você são bem engraçados, fazendo lembrar de vilões antigos, de alguns desenhos mais antigos, que não possuíam muitas falas

No geral esse é um bom jogo e mesmo nas horas em que você morre muito não chega a ser frustrante, como em Celeste, que tem um nível de dificuldade muito maior que esse jogo, ainda existem checkpoints bem próximos uns dos outros, evitando que você tenha que voltar a fase inteira para concluir o nível.
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