Review | Timespinner

Timespinner é um metroidvania muito similar ao Castlevania: Symphony of the Night em todos os aspectos, tanto em sua parte visual, quanto em sua trilha sonora, trazendo toda aquela nostalgia de estar jogando jogos dos anos 1990, mas com um polimento digno dos tempos atuais, devido aos equipamentos e software disponíveis.

Apesar dos diálogos extensos nesse jogo, a história é bem clichê, mas é muito bem contada, trazendo consigo a protagonista Lunais, uma timekeeper que busca vingança contra o império que destruiu sua família e para isso você vai precisar explorar um mundo enorme, viajando entre presente e o passado de Lachiem, coletando orbs cada vez mais fortes, resolvendo puzzles e encontrando alguns familiares para lhe acompanhar nessa jornada.

O gameplay do jogo é composto de uma mecânica muito interessante, o controle do tempo e vai fazer com que facilite um pouco mais o jogo, caso saiba usar ela corretamente, mas existe a opção de passar o jogo inteiro sem usar essa habilidade, dando um desafio a mais para o jogo. Já que estamos falando de desafios, existem quatro modos nesse jogo, Dream (fácil), Normal, Nightmare (Pesadelo), Nightmare - Cap level 1 (Pesadelo - Somente nível 1), ou seja se você acha que ficar sem utilizar a habilidade do tempo é pouco, pode escolher algo mais desafiador. Além dessa mecânica do controle do tempo, existe a possibilidade de misturar as orbs, que particularmente não achei que funcionaram muito bem, pois é sempre melhor colocar as duas orbs iguais, pois são mais efetivas, Lunais também pode equipar um colar que altera a habilidade especial dela e um anel que adiciona vários stats positivos e efeitos em sua arma ou familiar e até mostrar locais secretos que você não consegue encontrar sem esse item. fica a dica

O audiovisual do jogo impressionou de duas maneiras, a primeira delas é justamente a primeira impressão que temos do jogo, um jogo muito bonito, com uma trilha sonora e efeitos sonoros muito bons que são lindos de se ver e ele é exatamente isso, mas ao jogarmos vem a “segunda impressão” que não de todo ruim, mas mostra que o jogo está quase beirando ao plágio, principalmente quando escuta a música Masquerade of Hedonists e percebe a semelhança que tem com a música do Castlevania: Symphony of the Night, a Wood Carving Partita, e se observa alguns cenários do jogo. Muitos podem dizer que isso é somente inspiração e posso até concordar, mas nesse caso o desenvolvedor pode ter se “inspirado de mais” e esquecido de colocar as suas próprias idéias em prática.

Conclusão: Esse jogo é um dos melhores jogos que eu já joguei, ficando no mesmo patamar do The Messenger, que também é um ótimo jogo e foi recentemente analisado por mim. Com um gameplay simples, fluido e visualmente muito bonito, esse jogo é um grande atrativo para qualquer fã de jogos do gênero metroidvania e ainda está com um preço muito bom.
Tecnologia do Blogger.