Review | Axiom Verge

É perceptível que Axiom Verge tem inspirações muito fortes no Super Metroid, mas isso não quer dizer que ele é uma cópia, muito pelo contrário, o jogo tem a sua própria história, seu próprio protagonista, suas próprias armas e ao decorrer do tempo vai perceber que é um jogo único.
A jogabilidade do jogo é simplesmente incrível, totalmente compatível com meu joystick (Xbox One), diferente da maioria dos jogos em plataforma que usam poucos botões, geralmente pular e atacar, esse tem função em todos. Para quem como eu quiser jogar com um controle de Xbox e não tiver costume de usar o d-pad, prepare-se para aprender, pois a precisão dos dashs é essencial, e para usar esse dash é necessário dar dois toques pra frente, bem difícil de ser executado no analógico.
O pixel-art é encantador, recordando a época do SNES só que com a fluidez dos jogos da geração atual, perceptível a cada movimento do personagem e a cada comando dado a ele sem aqueles “maravilhosos” bugs gráficos que tinha no NES/SNES por causa da falta de hardware.
A trilha sonora é bela e empolgante, ela tem aquele som cyberpunk e futurista a mesmo, trazendo algo bem psicodélico, hipnotizante combinando perfeitamente com o Axiom Verge, alimentando mais ainda a vontade de joga-lo.
Pra quem gosta de um jogo desafiador é uma fácil recomendação, pois pra zerar ele é preciso de muita persistencia e habilidade, coisa que falta muito em mim, então quem não tiver muita paciência com o jogo vai acabar desistindo cedo, arrisco a dizer que no primeiro chefe.


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