Reviews | Battle Chasers: Nightwar

O jogo possui seis personagens jogáveis, que são apresentados logo no vídeo de introdução, são eles:
- Gully: Dona de poderosas manoplas, antes pertencentes ao seu pai Aramus. No grupo, Gully defende todos da maioria dos ataques, recebendo todo ou parte do dano por eles;
- Garrison: Amigo de guerra de Aramus, que jurou proteger a sua unica descendente. No grupo ele é um guerreiro com muitas habilidades e '''raiva''', possuindo ataques muito fortes em um único alvo.
- Knolan: O sábio, mago e tagarela da equipe. Com ataques de efeito em área faz um papel muito importante no grupo, podendo até substituir o healler da equipe, mas diminuindo drasticamente o nível da cura exercida sobre o grupo.
- Calibretto: Um golem de guerra, criado por Knolan. Possui um grande arsenal de armas e equipamentos, mas também um grande "coração". No grupo ele serve como healler, com uma cura em massa ou unica, dependendo do nível que ele esteja.
- Monika Scarlate: Uma aliada que é preciso sempre estar de olho, nunca se pode confiar numa gatuna. No jogo ela possui um dano massivo e bem objetivo, mas demora um pouco para ser executado e tem chances de ser cancelado.
- Alumon: Espécie de sacerdote com especialidade na magia negra, com habilidades que podem ferir a si próprio ou seus aliados. Personagem que é oito ou oitenta, que acaba com os inimigos ou acaba com seus aliados. Ele é literalmente uma faca de dois gumes, que tem que saber ser usado.
Knolan, numa jornada pessoal para aprender mais sobre o Mana, que é combustível para a magia e tecnologia do mundo, conduziu o grupo a uma região misteriosa conhecida como Ilha do Crescente. Ali Rumores dizem haver vastas reservas de mana.Iniciando pelo que mais me frustrou no no jogo, o gameplay, ele é muito simples, não tem nada de errado em ter um gameplay simples, mas chega um momento em que eu só ficava apertando o botão de ataque, pois já era o suficiente para que eu derrotasse meus inimigos. Uma coisa que ia melhorar era se colocasse algum tipo de auto-play no jogo, para avançar as lutas desnecessárias ou diminuir a quantidade de encontros, diversificando o sistema de luta. Outra coisa que me deixou muito frustrado foi que o jogo só deixa eu termina-lo se eu jogar somente com três personagens até o fim, não por opção, mas porque os outros três que ficam guardados simplesmente não evoluem juntamente com os da sua atual equipe, ou seja, se eu quiser substituir um dos integrares da minha atual equipe eu tenho que treinar ele até atingir o mesmo nível da equipe, como se fosse um pokemon.
Ao se aproximarem da ilha, rapidamente descobrem porque se sabe tão pouco sobre a região...
No jogo existe um sistema para crescer habilidades especificas para cada personagem, com dois focos, um mais defensivo e o outro mais ofensivo, podendo alternar entre eles em qualquer momento do jogo, obviamente antes de inciar uma batalha, mas somente o fato de você poder distribuir e redistribuir esses pontos, faz com que o jogador arrisque mais e não jogue somente no que ele acha que é seguro.
Em termos de comparação, Bretah of Fire IV, lançado em 27 de abril de 2000, é muito superior no combate, já que alem dos três personagens do grupo inicial, você também poderia utilizar outras três que, no meio da batalha, poderia ser utilizado, criando uma grande variedade de habilidades em conjunto, para causar um dano maior no seu adversário, coisa que faltou em Battle: Chasers Nightwar.
Os visuais dos personagens são incríveis, com desenhos dos personagens muito bem feitos, mas aparentemente não são nada autênticos, pois percebe-se de imediato que a Gully lembra do Guerra (Darksiders), sem falar da Monika, que é a cópia da Miss Fortune (League of Legends) e além disso o resto jogo possui uma ambientação bem pobre, que na maioria das vezes é bem limitada. Mesmo com essas limitações do mapa, os visuais continuam bem amigáveis, tanto na exploração, quanto nas dungeons.
O melhor trabalho nesse jogo foi com certeza a dublagem, que sem ele, não existiria carisma algum nos personagens. O trabalho sonoro também não fica de fora, apesar de ser bem repetitivo, ele alimentava a vontade de persistir e continuar em frente batalhando contra os meus inimigos.
Eu não recomendo esse jogo para quem não tem paciência de ficar apertando o botão de atacar por várias vezes. Se você conseguir ignorar esse fato, conseguirá absorver tudo que o jogo oferece de bom, mas caso o contrário, passe longe, esse jogo é difícil de recomendar até para os mais antigos jogadores de RPG em turno.


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